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Como funciona uma experiência de jogo corporativo do início ao fim

  • Foto do escritor: Lou Studio
    Lou Studio
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Empresas estão percebendo que apresentações tradicionais, treinamentos longos e comunicações engessadas já não geram o engajamento esperado. É nesse cenário que surgem as experiências de jogo corporativo.


Mas afinal, como funciona um jogo corporativo na prática? Neste artigo, você vai entender todas as etapas, do conceito inicial até a experiência final do usuário.


O que é um jogo corporativo?


Um jogo corporativo é uma experiência gamificada criada para:

  • Treinamento de equipes

  • Comunicação de processos

  • Lançamento de produtos

  • Endomarketing

  • Educação corporativa

Ele combina estratégia, narrativa, design e tecnologia para transformar informação em experiência.


Etapa 1: Entendimento do objetivo


Tudo começa com estratégia. Antes de pensar no jogo em si, é definido:

  • Qual problema precisa ser resolvido

  • Qual mensagem deve ser transmitida

  • Quem é o público

  • Onde a experiência será aplicada

Sem objetivo claro, o jogo vira apenas entretenimento sem resultado.


Etapa 2: Definição do público e do contexto


O público influencia diretamente:

  • Estilo visual

  • Complexidade do jogo

  • Linguagem

  • Mecânicas

Um jogo para líderes é diferente de um jogo para operação, por exemplo. Aqui, a experiência começa a ser moldada.


A imagem mostra um homem trabalhando em frente a um computador de mesa, editando vídeos.

Etapa 3: Criação do conceito e da narrativa


Todo jogo corporativo precisa de uma história base, mesmo que simples. A narrativa ajuda a:

  • Manter o engajamento

  • Contextualizar desafios

  • Dar sentido às ações do jogador

É nessa fase que o conteúdo corporativo é transformado em missões, desafios ou jornadas.


Etapa 4: Design da experiência (UX e gameplay)


Aqui são definidos:

  • Regras do jogo

  • Fluxo de navegação

  • Interações

  • Pontuação e feedback

O objetivo é garantir que a experiência seja intuitiva, clara e envolvente.


Etapa 5: Desenvolvimento visual (2D e 3D)


A parte visual é fundamental para o impacto do jogo. Podem ser usados:

  • Cenários 2D ou 3D

  • Personagens personalizados

  • Animações e efeitos visuais

O visual reforça a identidade da marca e aumenta a imersão.


Etapa 6: Implementação tecnológica


Dependendo do projeto, o jogo pode ser:

  • Web

  • Mobile

  • Totem interativo

  • Sala imersiva

  • Evento presencial

A tecnologia é escolhida de acordo com o objetivo e o ambiente de uso.


Etapa 7: Testes e ajustes


Antes do lançamento, o jogo passa por:

  • Testes de usabilidade

  • Ajustes de dificuldade

  • Correções de fluxo

Essa etapa garante que a experiência funcione bem para todos os usuários.


Etapa 8: Lançamento e aplicação


O jogo é então aplicado em:

  • Treinamentos

  • Eventos

  • Ações internas

  • Campanhas específicas

Nesse momento, a experiência deixa de ser conceito e se torna ferramenta estratégica.


Etapa 9: Resultados e reaproveitamento


Jogos corporativos podem:

  • Gerar métricas de engajamento

  • Ser reaproveitados em novas ações

  • Receber atualizações de conteúdo

Isso transforma o projeto em um ativo reutilizável, não algo descartável.


Sugestão de leitura:



Por que jogos corporativos funcionam tão bem?


Porque eles:

  • Estimulam participação ativa

  • Aumentam retenção de informação

  • Tornam o aprendizado mais leve

  • Criam experiências memoráveis

Pessoas aprendem melhor quando participam.


Uma experiência de jogo corporativo bem planejada une estratégia, narrativa, design e tecnologia. Do início ao fim, cada etapa é pensada para gerar engajamento real e resultados concretos para a empresa.


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A Lou Studios desenvolve jogos corporativos, experiências gamificadas e conteúdos 3D, cuidando de todo o processo — do conceito à entrega.

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